terça-feira, 11 de outubro de 2011

Regulamento do Festival de Poesias e Canções - Uma Canção para Santa Vitória


1. OBJETIVOS/JUSTIFICATIVA
            Realizar um evento artístico-cultural que valorize a história e os costumes de nossa terra, envolvendo a comunidade cultural e artística do Município e região.

2. DESENVOLVIMENTO
         O concurso, com tema livre será dividido em 04 (quatro) categorias:

1º MÚSICA POPULAR – até 08 (oito) Músicas classificadas
2º MÚSICA NATIVISTA – até 08 (oito) Músicas classificadas
3º POESIA CATEGORIA LIVRE – até 04 (quatro) Poesias classificadas.
4º POESIA GAUCHESCA – até 04 (quatro) Poesias classificadas.

PARAGRAFO 1º - Buscando manter a intenção inicial do evento, haverá um premio especial para a canção que versar sobre o tema “Campos Neutrais”.

PARAGRAFO 2º -  Visando introduzir na comunidade a questão da energia eólica através da abordagem poética,haverá um prêmio especial sobre o tema “NO RUMO DOS VENTOS “

PARAGRAFO 3º -  Tanto as músicas quanto as poesias deverão ser interpretadas no palco do Theatro Independência por seus autores ou representados.

PARAGRAFO 4º-  A TITULO DE VALORIZAÇÃO E INCENTIVO AOS MUSICOS LOCAIS SERÁ REPASSADA UMA AJUDA DE CUSTO PARA OS 16 (Dezesseis) classificados nas categoria musica no valor de R$ 200,00 (duzentos reais).

3. INSCRIÇÕES/JULGAMENTO/SELEÇÃO
         As inscrições acontecerão no período de 15 de agosto de 2011 à 10 de outubro de 2011 na SECTUR, situada a rua Barão do Rio Branco nº 467, de segunda á sexta-feira das 08:30 às 12:00 horas. Será constituída 01 (uma) comissão julgadora na categoria música e poesia, dentre pessoas de capacidade reconhecida para tanto.    

4. DO CONCURSO DE MÙSICA:
         Os concorrentes poderão inscrever número ilimitado de composições inéditas, com tema livre, tanto em português quanto em espanhol, enviando a gravação em CD, e 10( dez) copias digitadas da letra.

5.DO CONCURSO DE POESIAS:
         Os concorrentes poderão inscrever número ilimitado de composições inéditas, com tema livre, tanto em português quanto em espanhol enviando 10 (Dez) cópias digitadas em corpo 12 (doze) em fonte “Times New Roman”.

6.REALIZAÇÃO:
         Dias  21, 22 e 23 de outubro de 2011, no Theatro Independência da seguinte forma:

Dia 21 (Sexta) – 21:00 horas-show de abertura e apresentação das concorrentes.

Dia 22 (Sabádo) – 21:00 horas-show de abertura e apresentação das concorrentes, show de intervalo e divulgação das classificadas.

DIA 23 (Domingo): 21:00 horas apresentação das finalistas; 23:00 horas show de intervalo;  24:00 horas premiação.

7.PREMIAÇÕES
         Serão premiados os 02 (dois) primeiros lugares em cada categoria, mais o melhor interprete (música e poesia), melhor instrumentista, melhor letra e melhor arranjo além dos prêmios especiais para as músicas vencedoras nos temas “Campos Neutrais” e “ No Rumo dos Ventos”


8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
         Os casos omissos serão resolvidos pelas comissões organizadoras e julgadoras em comum acordo não cabendo nenhum recurso às mesmas.

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                                 UMA CANÇÃO PARA SANTA VITÓRIA
                                                   7ª EDIÇÃO
                                       “Festival de Poesias e Canções”
                                    Dias 21, 22 e 23 de outubro de 2011
                                               FICHA DE INSCRIÇÃO

NOME DA COMPOSIÇÃO:............................................................................

CATEGORIA MÚSICA    (    )  Nativista               (    )  Popular
CATEGORIA POESIA      (    )  Livre                      (    )  Gauchesca

AUTOR (ES):.......................................................................................................

                   ..........................................................................................................

CI: .........................................................CIC .......................................................

Telefone para contato: .........................................................................................

“Declaro estar de acordo com o presente regulamento”.

Santa Vitória do Palmar, ..........de ...........................de 2011.


................................................                   ..................................................
    Assinatura do Autor                                           Assinatura do Autor

               


Participe!

Expo feira dos 100 anos do Sindicato Rural de Santa Vitória

CONVITE PARA FEIRA DO LIVRO EM PORTO ALEGRE

A Mergulhona MARIA JOSÉ MACHADO DE LIMA, juntamente com a ASSERS - Associação dos Supervisores Educacionais -RS e demais autores tem a satifação de convidar os Megulhões e Megulhonas para o lançamento do Livro Armazém de Idéias - Tecendo uma Rede de Saberes na Pluralidade do Conhecimento e Sessão de Autógrafos na Ferira do Livro de PortoAlegre
Dia- 05 de novembro
Hora - 20 horas
Local - Memorial do Rio Grande do Sul - Térreo

domingo, 9 de outubro de 2011

Mergulhões ganham boa colocação no I Fronteira da Canção Nativa/SC

             Frederico Viana e Wagner Viana participaram do I Fronteira da Canção Nativa, realizando em Concórdia, SC, no CTG Fronteira da Querência em 1º de Outubro. A música “Pa’nosotros no hay frontera” (chacarera, letra e música – Paulo Timm e Martin Cesar), interpretada por Ico Viana e Fabiano Bachieri foi a terceira colocada dentro das 300 concorrentes. Os músicos: Negrinho Martins, Fagundes, Paulo Timm e Wagner Viana. Mais uma vez, Santa Vitória se destaca no cenário artístico nativista.
            O evento surgiu em 2009 por intermédio de um grupo de apreciadores da cultura e dos costumes rio-grandenses em Concórdia,SC. .. Em 2010 cerca de duas mil pessoas acompanharam a Tertúlia Cordiense... E assim foi até chegar a um festival de músicas inéditas, organizado pelo Grupo Folclórico Parceria, que desde o início dos trabalhos visa contribuir para o fortalecimento da cultura nativista naquela região.  

sábado, 8 de outubro de 2011

Parabéns a você

         Sempre em minha vida, "galopando por montes e canhadas" foi possível fazer dos caminhos um trilho favorável, sem percalços ou tropeços na viagem. Hoje, aos 97 anos, enxergo os espaços pelos quais andei e eles, ainda refletindo a ajuda indispensável dos amigos.
A estima e a sinceridade dos amigos para comigo faço-as comparáveis ao carinho de meus filhos, este sublimado pelo calor do berço.
        Ainda muito jovem, com pouco saber e muito amor à terra natal, principalmente lá pelo fundão do Arroio d’El Rei, nesse mesmo lugar, inspirado nas águas plácidas da Mirim, a minha frente, sentado numa banqueta defronte a uma mesa de ferro que antes fora máquina de costura de minha bisavó, ao que me diziam chamada Serafina - rascunhava num papel simples os meus primeiros artigos. Tinha um destino - Jornal Sul do Estado. Seus dirigentes acolhiam-nos em uma das colunas de primeira página, como estímulo. Germano Brayer (Germaninho), revisor, encarregava-se de corrigir alguns erros, inevitáveis a um principiante.
       Foi daí que eu parti como início de caminho longo, sempre assoberbado por entre livros e jornais. Hoje (97 anos), 20 exemplares de minha autoria circulam pelas livrarias do país e até fora dele (biblioteca de Washington por solicitação - "Campos Neutrais"). O que estou a dizer bastaria para justificar o meu apreço pelos jornais da minha terra, principalmente os de Santa Vitória do Palmar.
Na festa de aniversário, levada a efeito em 30 de setembro do corrente ano, data expressiva do jornal O Vitoriense, quando a diretora insigne e reconhecida jornalista, Marília de Mendonça Cardozo houve por bem honrar-me equacionando aos meus 97 anos (completados no dia 27 de setembro) com os 30 de seu jornal, fui tomado de uma emoção a ponto de levar-me a reavivar na lembrança épocas passadas em demanda com a história. O Vitoriense também intitulara o primeiro jornal que surgiu após os antigos Campos Neutrais, em 1876 (jornal comercial e noticioso), fundado e dirigido por Marcos Roiz de Lima.
Contou O Vitoriense com a eloquente e lúcida colaboração de Emílio Valentim Barrios, o menino filho de um posteiro, nascido, por isso, na margem da Lagoa Mirim, Estância dos Provedores. Depois árdego e brilhante advogado, combativo e talentoso deputado. Mesmo alcançando as alturas, graças a seu talento, Emílio Valentim Barrios nunca deixou de colaborar no Vitoriense, fazendo-o conhecido em todo o estado (o primeiro).
        Pelo nome que o caracteriza, O Vitoriense atual tem uma responsabilidade muito grande, que não lhe permitirá nunca arrefecer no trabalho de comunicação que ora faz com tanto destaque no que diz respeito, principalmente, ao desenvolvimento cultural do povo que lê e o aplaude. Divulgando ainda o valor e a capacidade da gente que povoa nossa fração de terra que é o ponto extremo-meridional do Brasil.
Jornalista Marilia:
       O livro é a fonte geradora da civilização. A que nos ensina a história, o livro primeiro da humanidade, em letras cuneiformes chamou-se Crônicas de Axum. Fala-nos do começo do mundo, 5500 anos antes de Cristo (nascentes do Nilo). Necessário seria um meio de comunicação a correr como as águas do grande rio, espargindo os conhecimentos gravados na pedra pelos sábios que antecederam os da "Escritura". Surgiu a imprensa no mundo inteiro! O jornal, finalmente, falado, escrito e televisionado.
Mac Luham diz que sua invenção, a eletrônica, transformou o mundo numa aldeia. A comunicação, como relâmpago de tudo o que acontece na terra, no mar e no céu deixa supérfluos os antigos sistemas com o mesmo propósito. (Axum - Capital da Etiópia)  Por Anselmo Amaral

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mensagem do Joca d'Ávila

"Empolgado chego em casa e abro o email da amiga, atriz Bel Kutnr falando sobre o sucesso de seu personagem na novela O Astro. Em contrapartida falei do sucesso da peça apresentada em arena no Clube Comercial, por ocasião dos 30 anos do jornal O Vitoriense. Dei tantos detalhes, inclusive alguns sórdidos para Bel (atualmente faz a agenda do teatro Sergio Porto no Rio), dizendo que Preta Geiborandeza de los panos tem o perfil do teatro underlay que abre a próxima temporada no Sérgio Porto... A partir daí marcamos uma pré estréia no Rio com data a ser agendada, e de quebra levaremos na bagagem, o texto criado por mim, Cláudia Schuab, Eliane Castro e Vitor Ramil - A vida de Vera Miranda - com participação especial já acertada de João Bachilli, diretor do Toll, da atriz Maria Maya e da própria Bel.
Marília, e pensar que tudo começou naquela noite dos 30 anos..."